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Exército nega a aquisição de 60 próteses, ao custo de R$ 3,5 milhões, e diz que comprou apenas três

TCU abre processo para investigar a autorização de compra de próteses penianas pelas Forças Armadas

Fonte: Por Gabriela Vinhal da CNN

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu o processo para analisar a autorização de compra de 60 próteses penianas para unidades ligadas ao Exército, aprovada pelo Ministério da Defesa.

 

O relator do caso é o ministro Vital do Rêgo, definido após sorteio eletrônico.

 

O processo foi aberto após o deputado Elias Vaz (PSB-GO) acionar o órgão sobre a licitação, que consta no Portal da Transparência do governo.

 

O parlamentar chegou a pedir explicações também ao Ministério da Defesa sobre a compra.

Ao custo de R$ 3,5 milhões, o Exército Brasileiro teria adquirido 60 próteses penianas em três pregões distintos, homologados em 2021.

 

As próteses variam de 10 a 25 centímetros e são infláveis.

 

Segundo dados do Portal da Transparência, a primeira compra foi de 10 próteses, custando R$ 50 mil cada, para o Hospital Militar de Área de São Paulo.

 

A segunda aquisição foi de 20 unidades, ao custo de R$ 57 mil cada, destinadas ao Hospital Militar de Área de Campo Grande.

 

E a terceira compra adquiriu mais 30 próteses, somando R$ 60 mil cada uma, para o Hospital Militar de Área de São Paulo.

 

Procurado pela CNN, o Exército se manifestou em nota (leia abaixo) e informou que foram adquiridas 3 próteses “dentro das exigências legais”.

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