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O PCC continua sendo o mais influente, com mais de 700 adeptos

Pelo menos 11 facções criminosas brasileiras atuam no Paraguai

Fonte: Líder News

A Justiça Paraguaia identificou pelo menos 11 grupos criminosos de origem brasileira agindo em solo paraguaio.

 

Eles chegam ao país fugindo da Justiça e se dedicam ao tráfico de drogas, roubos e outros itens do crime organizado.

 

Os grupos criminosos brasileiros têm cada vez mais influência em nosso país, como revela a Delegacia de Crime Organizado, que identificou 11 deles com raízes no Paraguai.

 

O grupo mais forte e uma das principais ameaças à segurança nacional continua sendo o Primeiro Comando da Capital (PCC), formado dentro das prisões de São Paulo, Brasil, e que se expandiu para várias cidades do país vizinho e também fez sua chegada em Paraguai. O Vice-Comissário Pedro Lesme indicou que o grupo captura principalmente os seus membros dentro das prisões.

No ano passado, fazendo um estudo, chegamos à conclusão, nas estimativas, que o PCC tem cerca de 750 integrantes no país ”, explicou o delegado. Para Lesme, o grupo está tão forte que seus principais dirigentes não são mais brasileiros. “Existem 7 a 9 membros principais que lideram, mas não queremos dar os nomes”, acrescentou. Ao PCC é atribuída, além do narcotráfico, sua responsabilidade em casos de pistoleiros, roubos a transportadores de dinheiro e entidades bancárias, entre outros crimes.

O Comando Vermelho (CV) é outro dos grupos antagônicos que também chegaram ao Paraguai, atraídos principalmente pelo tráfico de drogas.

OS OUTROS.

Os outros grupos citados pelas autoridades são ramificações deles. Entre eles, destaca-se o El Bonde Dos 40 ou B40, que surgiu dentro das prisões do estado do Maranhão, em 2007, e se caracteriza por roubos, agressões, sequestros e tráfico de drogas.

 

Por sua vez, a organização Família do Norte surgiu na região amazônica; É liderado pelos narcotraficantes Zé Roberto da Compensa, João Pinto Carioca e Gelson Carnaúba e também há indícios de sua presença no país, se aventurando no tráfico de armas e drogas.

 

As autoridades afirmam que os grupos atuam dentro do sistema penitenciário e também fora dele, em cidades fronteiriças como Pedro Juan Caballero ou Ciudad del Este. Aos grupos estrangeiros junta-se o clã Rotela, de origem 100% paraguaia, liderado por Armando Javier Rotela e que tem um número significativo de adeptos nas prisões do país. Atualmente, a organização, voltada ao microtráfico atrás das grades, disputa o controle do negócio com grupos criminosos brasileiros, principalmente com integrantes do PCC.

 

FACÇÕES INSTALADAS NO PAÍS

Primeiro Comando Capital (PCC)
Comando Vermelho (CV)
Vocês irmãos Touro
Amigos dos amigos (ADA)
Terceiro Comando PURO
Primeiro Grupo Catarinense (PGC)
Guardiões do Estado do Ceará
Sindicato do Crime
Bonde dos 40 (B40)
Família do Norte (grupo em crescimento)

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