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Operação no RJ mira Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson

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Fonte: Por Guilherme Mendes, do Congresso em Foco

A ex-deputada Cristiane Brasil, pré-candidata do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) à prefeitura do Rio de Janeiro e filha do presidente nacional do partido, Roberto Jefferson, é procurada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Há um mandado de prisão aberto contra ela.

Cristiane é um dos alvos da Operação Catarata, comandada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, mas não foi localizada no endereço atribuído a ela. Assessores de imprensa da ex-deputada afirmaram que ela deverá se entregar aos policiais.

A operação prendeu, nesta sexta-feira (11), o secretário de Educação do estado do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes, e outras três pessoas – há o quinto mandado de prisão, contra a ex-deputada. A operação investiga fraudes em contratos de assistência social firmados pelo município e pelo estado do Rio do Janeiro.

O envolvimento do secretário de educação no esquema investigado não tem conexão, porém, com o atual cargo – Pedro Fernandes comandava a Fundação Leão XIII. Segundo as investigações, a fundação, ligada ao governo do estado e que teria fraudado R$ 120 milhões em contratos entre 2013 e 2018. A atuação fraudulenta, porém, teria chegado à secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida da prefeitura do Rio de Janeiro, comandada por Cristiane.

Pedro está em prisão domiciliar, uma vez que apresentou aos policiais um exame positivo para Covid-19. Esta é a segunda fase da operação, que investiga fraudes nos contratos de assistência social. A primeira etapa ocorreu em julho do ano passado, e resultou na prisão de sete pessoas ligadas à fundação Leão XIII.

Cristiane, que foi deputada entre 2015 e 2019, chegou a ser indicada para o cargo de ministra do Trabalho durante o governo de Michel Temer. Em janeiro de 2018, a então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, suspendeu a posse do cargo, por considerar que a indicação de Cristiane feria o princípio constitucional da moralidade, uma vez que pesavam contra a deputada condenações na própria justiça trabalhista. no mês seguinte, a indicação ao cargo foi anulada.

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