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Feminicídio e violência doméstica! Até quando?

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Fonte: Por Markon Machado

A manhã de ontem, terça-feira 04, foi uma manhã triste para Ponta Porã!

Por volta das 7h da manhã, em frente ao Hospital Regional, a jovem trabalhadora, Naila Vitória Salomão, foi vítima de um cruel feminicídio. Poucos minutos depois, em um grande Supermercado da região do bairro Maria Auxiliadora, sua mãe, Erika Salomão, também foi cruelmente assassinada em seu local de trabalho.

O único suspeito, o ex-companheiro de Naila, homem que segundo populares, teria cuspido no rosto da jovem há menos de um mês e que forçou, mãe e filha, a registrarem um boletim de ocorrência.

Alguns dias se passaram e como cidadãos, podemos indagar: O que foi feito para protegê-las? A fronteira que une as cidades gêmeas, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, ficou em choque! Até quando as mulheres de nossa sociedade serão mortas por clamar por liberdade e pôr fim à relacionamentos abusivos?

Lei do Governo Lula ficou conhecida como  Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência familiar

 

Este ano, a lei Maria da Penha completa 15 anos, durante todo este tempo houve significativa evolução no combate a violência doméstica e no enfrentamento aos casos de feminicídios. Atualmente temos sim, leis, políticas públicas, campanhas, projetos e ações de enfrentamento à violência contra a mulher, mas sempre que casos como o de Erika e Naila ocorrem, uma pergunta não nos cala. Nosso esforço tem sido suficiente?

 

O assassinato de Naila deixou um pequeno bebê com menos de um ano de idade órfão. O assassinato de Erika deixou uma adolescente de apenas 12 anos, órfãs. O que a sociedade fará para cuidar da saúde mental dessas crianças? Quais são as políticas públicas que existem na atualidade para garantir a elas, segurança?

 

O Líder News acompanha de perto diversos debates políticos e acompanhou o mandato da vereadora Anny Espínola, vereadora em Ponta Porã entre 2017 e 2020. Pouco antes de terminar seu mandato, Anny lançou um projeto, uma proposta, uma semente que pode ser uma esperança para os órfãos do feminicídio, um programa específico para os casos das crianças que agora não tem mais a proteção, carinho e amor de suas mães, nos ainda incontáveis casos de feminicídios que infelizmente insistem em ocorrer no Brasil. Desta forma, indagamos: Quando esta semente dará frutos?

Vereadora pelo PSDB entre 2017 e 2020 tem como bandeira, a luta contra contra a violência doméstica

Ponta Porã e Pedro Juan Caballero estão em estado de choque e clamando por justiça. Entendendo que nada que for feito poderá trazer Erika e Naila de volta a vida, mas que políticas públicas e programas de proteção, prevenção e enfrentamento a violência doméstica devem ser ampliados e difundidos.

Ponta Pora e Pedro Juan Caballero clamam por programas que possam possibilitar às crianças, cujos nomes e identidades devem ser preservados, dentro do que é possível, para que elas, possam ter de perceber que nossa sociedade é uma família. Uma família que jamais substituirá Naila e Erika, mas poderá assegurar as duas pessoas que com certeza, eram as mais amadas por Naila e Erika, condições mínimas de segurança. Segurança para que elas possam superar esse trágico acontecimento, poder viver com segurança e sonhar com um mundo melhor.

 

Enquanto isto não ocorre, nos resta lamentar o ocorrido e seguir indagando: até quando teremos que lidar com notícias assim? O que podemos fazer para acabar com este tipo de comportamento trágico que traz tanta dor e sofrimento?

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