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Volta as aulas na Rede Pública

Em Assembleia, trabalhadores de Educação dizem “Não” ao retorno presencial as escolas e defendem criação de Bolsa TI

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Fonte: Por Markon Machado

O Sindicato Municipal de Trabalhadores da Educação de Ponta Porã (SIMTED) realizou Assembleia Geral na manhã desta quinta-feira (18) para debater alguns assuntos de interesse da categoria e deliberou de forma unanime o “Não” a volta presencial as aulas nas redes municipal e estadual de Ensino em Ponta Porã.
Na opinião dos trabalhadores em Educação, as Instituições de Ensino das Rede Pública não oferecem condições adequadas para o retorno seguro do Ensino presencial a partir de 1º de Março, como até o presente momento, parece ser o desejo dos gestores das pastas municipal e estadual da área.
Durante a Assembleia, que ocorreu no formato virtual através do aplicativo zoom, alguns participantes comentaram inclusive que o retorno presencial obrigatório para trabalhadores da Educação neste mês de fevereiro, mesmo sem a presença de estudantes, já ampliou a contaminação entre professores e administrativos.
Recentemente, uma jovem professores faleceu no município, vítima da COVID-19 e o município ainda está bandeira cinza, o que significa que o contágio está altíssimo e os leitos hospitalares entrando no limite.
Além disso, os presentes questionaram o fato de que os trabalhadores retornaram presencialmente as escolas, porém continuam não recebendo seus adicionais como a bonificação para trabalhadores em áreas de difícil acesso.
Outra sugestão aprovada por unanimidade pelos presentes foi a sugestão da criação de uma Bolsa TI para os professores. Segundo o Professor Edivaldo Vieira, Presidente do SIMTED, os professores estão utilizando de internet paga de seu próprio bolso, equipamentos tecnológicos adquiridos também com recursos próprios e não estão sendo ressarcido por isso.
“Alguns colegas tiveram que comprar celulares, computadores e notebooks novos, estão investindo muito e de seu próprio bolso para assegurar que a qualidade de seus trabalhos não diminua e não estão sendo indenizados, nem ressarcidos por isso, pretendemos dialogar com as Secretárias de Educação, tanto do Municipal, quanto Estadual e sugerir a criação deste ressarcimento que é um direito muito justo para todo profissional de Educação.” Comenta o Professor.

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